Cuidar do diabetes vai além de fazer exames ou tomar medicamentos. A forma como falamos pode fazer parte do tratamento. Palavras podem acolher, dar força e criar confiança. Mas, se usadas de forma errada, podem afastar, gerar culpa e até reduzir a adesão.
A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) lembra aos profissionais de saúde que façam um acolhimento colaborativo, com empatia e isenção de julgamento, se concentrando na pessoa com diabetes, para que ela possa se desempenhar com os seus planejamentos, no monitoramento e na avaliação de suas dificuldades e nos cuidados com sua condição metabólica336. Já a American Diabetes Association (ADA) e a American Association of Diabetes Educators (AADE) reforçam aos profissionais da saúde a usarem uma linguagem respeitosa, inclusiva e mensagens encorajadoras, pois aumenta na autoestima e bem-estar337.
O cuidado começa na fala
Cada conversa é uma chance de criar vínculo. Médico, cuidador ou familiar: todos podem transformar a experiência de quem vive com diabetes. Escutar antes de falar. Entender antes de orientar. E escolher palavras que unem, não que afastam.
De acordo com a ADA/ADCES, a comunicação deve:
Mudanças que fazem diferença
1. EVITE DIZER
Diabético
PREFIRA DIZER
Pessoa com diabetes
POR QUE FUNCIONA
Coloca a pessoa antes da doença
2. EVITE DIZER
Não aderente
PREFIRA DIZER
Está enfrentando dificuldades para seguir o plano
POR QUE FUNCIONA
Remove o tom de julgamento
3. EVITE DIZER
Controle do diabetes
PREFIRA DIZER
Gerenciamento do diabetes
POR QUE FUNCIONA
Valoriza esforço contínuo
4. EVITE DIZER
Falhou na medicação
PREFIRA DIZER
O remédio não foi suficiente para atingir a meta de hemoglobina glicada
POR QUE FUNCIONA
Tira a culpa da pessoa
5. EVITE DIZER
Sofre de diabetes
PREFIRA DIZER
Vive com diabetes
POR QUE FUNCIONA
Evita papel de vítima e traz visão positiva
Evitando o estigma
Frases como “você tem que” ou “não pode” soam como ordens. Melhor trocar por perguntas:
- “O que você acha de…?”
- “Podemos tentar…?”
- “Gostaria de considerar…?”
Assim, a conversa deixa de ser imposição e vira parceria.
Também é importante evitar rótulos como “bom” ou “mau paciente”. Em vez disso, fale sobre atitudes específicas: “tem feito monitoramento” ou “está incluindo vegetais nas refeições”.
Outro ponto é valorizar as conquistas. Em vez de cobrar o que não foi feito, destaque os avanços. Dizer “Você conseguiu medir a glicose na maioria dos dias, vamos pensar juntos em como manter” é mais motivador do que “Você não mediu como deveria”.
Ferramentas que apoiam a comunicação
A forma como falamos é essencial. Mas a tecnologia também pode ajudar no cuidado diário. O sensor FreeStyle Libre 2 Plus é um exemplo.
- Envia leituras de glicose automaticamente, minuto a minuto, direto para o smartphone 12,204.
- Alarmes opcionais18,270 que avisam quando a glicose está alta ou baixa.
- É resistente à água9 e dura até 15 dias.
- Pode ser usado por pessoas a partir de 2 anos de idade31, inclusive gestantes.
O sensor FreeStyle Libre 2 Plus não mostra só números. Ele gera informação em tempo real. Assim, a pessoa entende como alimentação, atividade física e emoções afetam sua glicose323. Esse aprendizado traz mais autonomia, engajamento e conquistar confiança 7 no dia a dia.
Quando combinamos uma comunicação empática com ferramentas, como o sensor FreeStyle Libre 2 Plus, fortalecemos a confiança7, ampliamos a autonomia e transformamos o cuidado em parceria.
Mais que informar sobre diabetes
Comunicar não é só transmitir dados. É criar um espaço seguro, onde a pessoa se sinta respeitada e tenha voz. Quando há acolhimento, cresce o engajamento. E com isso, as metas de saúde ficam mais próximas.
No fim, a escolha das palavras mostra o tipo de cuidado que oferecemos. E quando falamos com respeito, empatia e incentivo, o tratamento já começa na conversa.
O programa de fidelidade do FreeStyle Libre.
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